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http://hdl.handle.net/11612/8470| Authors: | Lopes, Daniela Moreira |
| metadata.dc.contributor.advisor: | Nasche, Aline de Oliveira |
| Title: | A importância da diversidade de gênero na liderança de empresas do mercado financeiro |
| Keywords: | Gênero;Mulher no mercado de trabalho;Mercado Financeiro |
| Issue Date: | 17-Apr-2026 |
| Publisher: | Universidade Federal do Tocantins |
| Citation: | LOPES, Daniela Moreira. A importância da diversidade de gênero na liderança de empresas do mercado financeiro. 2022. 41 f. TCC (Graduação) - Curso de Ciências Econômicas, Universidade Federal do Tocantins – Câmpus Universitário de Palmas, Palmas, To, 2022. |
| metadata.dc.description.resumo: | O mundo dos negócios há muito debate sobre o efeito da diversidade de gênero nos resultados dos negócios. A pesquisa tem como objetivo apresentar o perfil de mulheres na liderança de empresas do mercado financeiro brasileiro. A metodologia no primeiro momento foi a revisão de literatura a partir da seleção de artigos e estudos sobre o tema; em seguida utilizou-se a pesquisa exploratória de caráter quantitativo com aplicação de instrumento de coleta de dados seguida de discussão com a literatura. Alguns pesquisadores argumentam que a diversidade de gênero leva a um pensamento mais inovador e sinaliza aos investidores que uma empresa é administrada com competência. Em outras palavras, as crenças sobre a diversidade de gênero criam um ciclo de autorrealização. Países e indústrias que veem a diversidade de gênero como importantes benefícios, também podem sinalizar para os investidores que é uma empresa responsável e bem administrada. A pesquisa sociológica sobre avaliação de mercado sugere que os investidores valorizam quando as empresas usam as “melhores práticas” comumente aceitas, como a inclusão de diversos grupos na contratação, e penalizam aqueles que violam essas normas. Os investidores estão começando a exigir diversidade de gênero na liderança corporativa, e há cada vez mais evidências de que a diversidade é importante para os resultados financeiros. Na pesquisa empírica, ficou demonstrado que a faixa etária das entrevistadas ficou em sua maioria com a idade entre os 30 aos 39 anos de idade. Sobre a formação, a maioria possui graduação em Ciências Econômicas, e o nível de pós-graduação, apenas 26% têm uma especialização ou um MBA e pós-doutorado. Na atuação, a maioria se encontra na área das finanças. Sobre políticas para equidade de gênero, apenas 30,4% diz que a empresa tem esse tipo de conduta. No assunto de representatividade a maioria 82,6% se sentem representadas por outras mulheres dentro do trabalho, entretanto, 47,8% disseram já ter passado por situação constrangedora. Acerca do perfil sociodemográfico, a maioria não possui filhos e são responsáveis por gerenciar as contas de casa e quando fala-se da renda, a maioria contribui apenas com até 20% nas despesas domésticas, embora elas não são provedoras principais do lar. Visto isso, é importante que as empresas com visão de futuro procurem maneiras de empregar e empoderar mais mulheres no trabalho, não apenas como uma obrigação moral, mas também como uma estratégia de negócios sólida. |
| Abstract: | The business world has long debated the effect of gender diversity on business outcomes. The research aims to present the profile of women in the leadership of companies in the Brazilian financial market. The methodology at first was a literature review based on the selection of articles and studies on the topic; then an exploratory research of a quantitative nature was used with the application of a data collection instrument followed by a discussion with the literature. Some researchers argue that gender diversity leads to more innovative thinking and signals to investors that a company is managed competently. In other words, beliefs about gender diversity create a cycle of self-fulfillment. Countries and industries that see gender diversity as important benefits can also signal to investors that it is a responsible and well-managed company. Sociological research on market valuation suggests that investors value it when companies use commonly accepted “best practices”, such as including diverse groups in hiring, and penalize those who violate these norms. Investors are starting to demand gender diversity in corporate leadership, and there is growing evidence that diversity matters to bottom-line results. In the empirical research, it was shown that the age group of the interviewees was mostly between 30 and 39 years old. Regarding training, most have a degree in Economic Sciences, and at the postgraduate level, only 26% have a specialization or an MBA and postdoctoral degree. In practice, most are in the area of finance. Regarding policies for gender equality, only 30.4% say that the company has this type of conduct. In terms of representativeness, 82.6% feel represented by other women at work, however, 47.8% said they had already been through an embarrassing situation. About sociodemographic profiles, most do not have children and are responsible for managing household bills and when it comes to income, most contribute only up to 20% in breadwinner families, although they are not the main breadwinners of the household. Whereas, it is important for business acumen to look for ways to employ and empower more at work, not just as a future business obligation, but also a solid business strategy. |
| URI: | http://hdl.handle.net/11612/8470 |
| Appears in Collections: | Ciências Econômicas |
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