Please use this identifier to cite or link to this item: http://hdl.handle.net/11612/8588
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dc.contributor.advisorAlmeida, Janaina Borges de-
dc.contributor.authorLima, Helton Roseno-
dc.date.accessioned2026-05-14T12:43:43Z-
dc.date.available2026-05-14T12:43:43Z-
dc.date.issued2026-05-14-
dc.identifier.citationLIMA, Helton Roseno. A contabilidade verde: por uma análise semiótica. 2025. 29 f. TCC (Graduação) - Curso de Ciências Contábeis, Universidade Federal do Tocantins – Câmpus Universitário de Palmas, Palmas, To, 2025.pt_BR
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/11612/8588-
dc.description.abstractThis article aims to understand and explain Green Accounting in light of semiotics. Starting from the assumption of a directive identity path for the field of Accounting, using the interdisciplinarity allowed by the semiotic method, it explores nominal elements that form subdivisions of accounting to justify the nominal use of Green Accounting in the professional and academic context. The epistemology adopted is based on the semiotic technique, which deepens the understanding of how words connect with reality through symbolic force, with reference to Santaella (1995) and Pignatari (2004), among others. The aspect explored regarding colors in communication was based on inferences from the work The Psychology of Colors (Heller, 2013). In general, the approach touches on ecological/environmental themes that are well celebrated in academic research. However, national research on “green accounting” is rare. In this vein, the proposal contextualizes and explains the adoption of the expression “green accounting” with a view to connecting the accounting environment to the ecological value defended in the social environment. It reconciles the insertion of traditional accounting into the world of ecological expectations themed around sustainability, joining academic initiatives such as “A Empresa Verde” (The Green Company) by Laville (2009) to expose the potential for accounting to adhere to symbolic green values through the expression “green accounting.” The results point to “green” as a symbol of an ecological nature that is perfectly compatible with accounting activities, albeit in an incipient form in terms of effectiveness, but they point, through a subjective means supported by academic theories, to the conformity between the general interest in preservationism in the proposed form. In this vein, the contributory goal for which “green accounting” is envisioned lies in its potential to drive active preservationist ideals in society. The theoretical contribution of the article is to expose and allow debate on the topic, as well as to advance the understanding of the concept of green accounting, to make it a sign of a language of social interest and that part of this interest is assimilated, absorbed, and disseminated by Accounting.pt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal do Tocantinspt_BR
dc.rightsAcesso livrept_BR
dc.subjectContabilidade verdept_BR
dc.subjectSemióticapt_BR
dc.subjectSignopt_BR
dc.titleA contabilidade verde: por uma análise semióticapt_BR
dc.typeArtigopt_BR
dc.description.resumoEste artigo objetiva compreender e explicar a Contabilidade Verde à luz da semiótica. Partindo do pressuposto relativo a um caminho identitário diretivo para o campo da Contabilidade, valendo-se da interdisciplinaridade permitida ao método semiótico, em um percurso explora elementos nominais formadores de subdivisões da contabilidade, para justificar o uso nominal de Contabilidade verde, no contexto profissional e acadêmico. A epistemologia adotada se dá por meio da técnica semiótica que aprofunda na compreensão de como as palavras se conectam com a realidade por meio da força simbólica, tendo como referência Santaella (1995); Pignatari (2004) dentre outros. Quanto ao aspecto explorado relativo às cores na comunicação se fundamentou em inferências da obra A Psicologia das Cores (Heller, 2013). De modo geral, a abordagem tangencia temas ecológico/ambiental que são bem festejados em pesquisas acadêmicas, contudo, raras são as pesquisas nacionais sobre “contabilidade verde”, nessa esteira a proposta contextualiza e explica a adoção da expressão “contabilidade verde” com vista a conectar o meio contábil ao valor ecológico defendido no meio social. Compatibilizar a inserção da contabilidade tradicional ao mundo das expectativas ecológicas tematizados em sustentabilidade, juntando-se a iniciativas acadêmicas a exemplo de “A Empresa Verde”, de Laville (2009), para expor o potencial de aderência da contabilidade ao verde simbólico, pela expressão “contabilidade verde”. Os resultados apontam para o “verde” como símbolo de uma natureza ecológica perfeitamente compatível com a atividade contábil, ainda que de forma incipiente em efetividade, mas aponta por meio subjetivo amparado por teorias acadêmicas a conformidade entre o interesse geral no preservacionismo na forma proposta. Nessa linha, o desiderato contributivo pela qual se vislumbra a “contabilidade verde” está no potencial de impulsionar os ideais preservacionistas ativos na sociedade. A contribuição teórica do artigo está em expor e permitir o debate sobre o tema, bem como avançar na compreensão do conceito de contabilidade verde, para torná-lo signo de uma linguagem de interesse social e que parcela desse interesse seja assimilada, absorvida e difundida pela Contabilidade.pt_BR
dc.publisher.campusPalmaspt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS SOCIAIS APLICADAS::ADMINISTRACAO::CIENCIAS CONTABEISpt_BR
dc.publisher.cursoCURSO::PALMAS::PRESENCIAL::BACHARELADO::CIÊNCIAS CONTÁBEISpt_BR
dc.publisher.localPalmaspt_BR
dc.publisher.levelGraduaçãopt_BR
Appears in Collections:Ciências Contábeis

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