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Autor(a): Nascimento, Maria Dilce Wania Rodrigues de Almeida do
Orientador: Silva Neto, Luiz Sinésio
Título: Educação em saúde para promoção da saúde mental e autocuidado de idosos da Universidade da Maturidade do Polo de Porto Nacional - TO
Palavras-chave: Educação em saúde;Saúde mental;Autocuidado;Pessoa Idosa;Envelhecimento ativo;Health education;Mental health;Self-care;Elderly Person;Active aging
Data do documento: 29-Ago-2025
Citação: NASCIMENTO, Maria Dilce Wania Rodrigues de Almeida do. Educação em saúde para promoção da saúde mental e autocuidado de idosos da Universidade da Maturidade do Polo de Porto Nacional - TO. 2025.64f. Dissertação (Mestrado em Ensino em Ciência e Saúde) – Universidade Federal do Tocantins, Programa de Pós-Graduação em Ensino em Ciência e Saúde, Palmas, 2025.
Resumo: Este estudo teve como objetivo verificar o impacto de intervenções educativas em saúde mental no engajamento ao autocuidado entre idosos vinculados à Universidade da Maturidade (UMA) do Polo de Porto Nacional – TO. Com abordagem quase-experimental e natureza quantitativa, foram aplicadas escalas validadas (ASA-A e MHLS) antes e depois de cinco aulas temáticas sobre saúde mental e autocuidado. A amostra foi composta por 36 idosos, majoritariamente mulheres (93%), pretos ou pardos (77,8%), com faixa etária acima de 55 anos (56%) e baixa renda. As intervenções educativas abordaram temas como principais transtornos mentais, o poder do abraço e do sorriso, além da construção de planos individuais de autocuidado. Após as ações, observou-se um aumento de +70,9 pontos na Escala de Literacia em Saúde Mental (de 62,0 para 132,9) e de +35,2 pontos na Escala ASA-A (de 60,2 para 95,4), evidenciando melhora expressiva no conhecimento, atitudes e práticas de autocuidado. Os resultados demonstraram que a metodologia participativa e afetiva foi eficaz para promover autonomia, reduzir o estigma em torno da saúde mental e fomentar o envelhecimento ativo. A análise dos dados revelou ainda elevada satisfação com as aulas, compreensão adequada dos conteúdos e fortalecimento de vínculos interpessoais. Conclui-se que intervenções educativas, quando adaptadas ao contexto sociocultural e às necessidades da população idosa, representam estratégias potentes para a promoção da saúde mental e do autocuidado, sendo recomendada sua ampliação em políticas públicas de saúde e educação. Este trabalho também propõe um modelo de intervenção replicável, com potencial para ser aplicado em outros contextos comunitários e acadêmicos.
Abstract: This study aimed to verify the impact of educational interventions on mental health in promoting self-care engagement among elderly students enrolled in the Universidade da Maturidade (UMA) at the Porto Nacional campus, Tocantins, Brazil. Adopting a quasi- experimental, quantitative design, validated instruments (ASA-A and MHLS scales) were applied before and after five thematic classes focused on mental health and self-care. The sample consisted of 36 older adults, predominantly women (93%), Black or Brown (77.8%), mostly over 55 years old (56%) and with low income. The educational sessions addressed topics such as common mental disorders in old age, the power of hugging and smiling, and the development of individualized self-care plans. After the interventions, there was a significant increase of +70.9 points in the Mental Health Literacy Scale (from 62.0 to 132.9) and +35.2 points in the Self-Care Ability Scale (ASA-A) (from 60.2 to 95.4), showing substantial improvement in knowledge, attitudes, and self-care practices. The results demonstrated that the participatory and affective methodology effectively promoted autonomy, reduced stigma around mental health, and fostered active aging. Data analysis also revealed high satisfaction with the activities, strong content comprehension, and strengthened interpersonal bonds. It is concluded that educational interventions tailored to the sociocultural context and specific needs of the elderly are powerful strategies for promoting mental health and self-care, and their expansion in public health and education policies is recommended. This study also proposes a replicable intervention model with potential applicability in other community and academic settings.s.
URI: http://hdl.handle.net/11612/8608
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